Imóvel
Comprar, construir ou reformar um imóvel residencial ou comercial, conforme o plano.
Consórcio
Você entra num grupo, paga parcelas que formam um fundo comum e recebe a carta de crédito por sorteio, lance ou ao final do plano. Não há juros, mas também não há pressa: quem precisa do bem amanhã deve financiar, mesmo pagando juros.
A carta de crédito
O uso da carta depende do plano contratado com a administradora. Estas são as frentes mais comuns.
Comprar, construir ou reformar um imóvel residencial ou comercial, conforme o plano.
Carro, moto ou outro veículo, dentro dos planos disponíveis com a administradora.
Máquinas e equipamentos, quando o grupo contempla essa modalidade de plano.
Serviços contemplados pelo grupo, conforme o regulamento do plano contratado.
Contemplação
Toda assembleia do grupo contempla participantes por sorteio ou por lance. Nenhuma das duas tem data garantida, porque depende da dinâmica de cada grupo.
Em cada assembleia do grupo, realizada todo mês, um ou mais consorciados são sorteados e recebem a carta de crédito naquele momento.
Você oferece uma antecipação de parcelas para tentar ser contemplado antes de o seu número ser sorteado. O lance pode ser livre, pago com recursos próprios, ou embutido, usando parte da própria carta de crédito.
Quem não é contemplado por sorteio nem oferece lance ao longo do grupo segue pagando as parcelas e recebe a carta de crédito ao final do prazo do plano, quando todos os participantes já foram contemplados.
Consórcio não é para quem tem pressa. Quem precisa do bem amanhã deve financiar, mesmo pagando juros.
Sem juros, mas não é de graça
Não há juros como no financiamento, mas existe taxa de administração e fundo de reserva cobrados pela administradora ao longo do plano.
Não é investimento
O que você paga forma a carta de crédito, não um rendimento. Não existe promessa de rentabilidade nem de prazo.
Para quem sabe esperar
A carta de crédito vira imóvel, carro ou equipamento quando a contemplação chega, e continua valendo enquanto você espera.
Por que a Corsego
Consórcio não se resolve na adesão, e sim ao longo dos anos de grupo. É esse tempo que separa quem escolheu com clareza de quem foi convencido por uma promessa que ninguém pode cumprir.
01
Mostramos como sorteio, lance e taxa de administração funcionam de verdade, sem prometer uma data de contemplação que nenhuma administradora pode garantir.
02
Você conversa com uma pessoa que ajuda a entender se o consórcio serve para o seu objetivo, não com um formulário automático.
03
Há mais de 50 anos acompanhando famílias e empresas em decisões financeiras de longo prazo, com os pés na tradição e os olhos no futuro.
Para quem faz sentido
O consórcio troca a pressa por economia de juros. Estes são os perfis em que essa troca costuma valer a pena.
Não depende do carro atual para sobreviver e prefere entrar num grupo a pagar juros de financiamento.
Sabe que a compra não é para amanhã e quer usar esse tempo para formar a carta de crédito.
A parcela mensal funciona como uma poupança com destino certo, em vez de ficar disponível para outros gastos.
Consegue reunir um valor para antecipar parcelas e aumentar as chances de ser contemplado antes do sorteio.
Precisa do bem para ontem? O consórcio não é a ferramenta certa. Financiar, mesmo pagando juros, resolve mais rápido.
Glossário
São as palavras que aparecem no contrato do grupo e que quase ninguém explica antes da adesão. Escolha um termo para ver a definição.
expressão, consórcio
O valor que você recebe quando é contemplado, para comprar o bem ou o serviço previsto no grupo. Não é dinheiro solto: é crédito vinculado à finalidade do consórcio.
Na prática A carta é corrigida ao longo do plano para não perder poder de compra, o que também move o valor da parcela.
substantivo, consórcio
O momento em que você passa a ter direito à carta de crédito. Acontece por sorteio ou por lance, nas assembleias do grupo.
Na prática Ninguém sabe de antemão em que mês vai ser contemplado por sorteio. Se você precisa do bem em data certa, consórcio não é o caminho, e a gente diz isso antes.
substantivo, consórcio
Uma oferta de antecipação de parcelas para tentar ser contemplado antes do sorteio. Pode ser pago com recurso próprio ou, no lance embutido, descontado da própria carta de crédito.
Na prática O lance embutido adianta a contemplação, mas reduz o valor que sobra para a compra. É uma troca, não um desconto.
expressão, consórcio
O que a administradora cobra para gerir o grupo, diluído nas parcelas. Consórcio não tem juros, mas tem esse custo, e é ele que deve entrar na comparação com um financiamento.
Na prática Comparar consórcio com financiamento só pelo "não tem juros" engana. O número honesto é o custo total do plano contra o custo total do financiamento.
substantivo, consórcio
A reunião mensal do grupo em que acontecem os sorteios e a apuração dos lances. É onde as contemplações do mês são definidas.
Perguntas frequentes
Ficou alguma dúvida?
Se a sua dúvida sobre consórcio não estiver aqui, um especialista responde pelo WhatsApp, sem compromisso de adesão.
Perguntar no WhatsAppPrefere ligar? (62) 3239-3000, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
Não. Consórcio e seguro são produtos diferentes, com lógicas e reguladores diferentes. O consórcio é um sistema de autofinanciamento em grupo, regulado pelo Banco Central do Brasil pela Lei 11.795/2008. Não existe indenização, sinistro nem prêmio de seguro envolvidos.
A cada assembleia do grupo, um ou mais participantes são contemplados por sorteio ou por lance. Quem é contemplado recebe a carta de crédito naquele momento; quem não é, continua pagando as parcelas e concorrendo nos meses seguintes.
No lance livre, você usa recursos próprios para antecipar parcelas. No lance embutido, parte da própria carta de crédito é usada como lance, o que reduz o valor final disponível para a compra. As duas formas concorrem à contemplação da mesma maneira.
Não. Nenhuma administradora de consórcio pode garantir prazo de contemplação, porque a contemplação depende de sorteio e da dinâmica de lances de cada grupo. Desconfie de qualquer oferta que prometa data certa de contemplação.
É o valor cobrado pela administradora para organizar e operar o grupo de consórcio, no lugar dos juros que existem em um financiamento. Ela é diluída nas parcelas ao longo do plano, junto com o fundo de reserva.
Não. Consórcio é uma forma programada de comprar um bem ou serviço, em grupo e sem juros, mas com taxa de administração. Diferentemente de um investimento, ele não tem rentabilidade prevista nem garantida: o que você paga forma o crédito que será usado na compra, não um rendimento financeiro.
Não. Quem não é contemplado por sorteio ou lance ao longo do grupo recebe a carta de crédito ao final do prazo do plano, que é quando todos os participantes já foram contemplados.
É possível solicitar a desistência, mas as condições de devolução dos valores pagos seguem regras específicas do regulamento do grupo e do prazo definido pela administradora. Vale entender essas condições antes de assinar.
No financiamento, o banco empresta o dinheiro na hora e cobra juros sobre o saldo devedor. No consórcio não há empréstimo nem juros: você entra num grupo que se autofinancia, paga taxa de administração no lugar de juros, e recebe a carta de crédito quando é contemplado por sorteio, lance ou ao final do plano.
O Banco Central do Brasil, com base na Lei 11.795/2008. As administradoras de consórcio precisam de autorização do Banco Central para operar.
Não. A Corsego orienta a contratação junto a administradoras autorizadas pelo Banco Central do Brasil, ajudando na escolha do plano e no processo de adesão. Quem administra os grupos, realiza as assembleias e presta contas ao Banco Central é a administradora responsável por cada plano.
Como funciona
Sem promessa de prazo, com processo transparente do início ao fim.
Você define se quer carta de crédito para imóvel, veículo, equipamento ou serviço, dentro dos planos disponíveis com a administradora.
As parcelas de todos os consorciados formam o fundo comum que financia as cartas de crédito, corrigidas pelo índice do plano.
Por sorteio, por lance ou ao final do prazo do plano. A carta de crédito só pode ser usada depois da contemplação.
Cotação sem compromisso
Conte o seu objetivo e o prazo que você tem. Um especialista ajuda a ver se vale mais esperar a contemplação ou financiar agora.
Ótima já vai fazer 18 anos que a Corsego é a minha parceira
Consórcio regulado pelo Banco Central do Brasil, Lei 11.795/2008. A administradora do plano é autorizada pelo Bacen.
Prefere conversar agora?
Um corretor da Corsego entra em contato pelo WhatsApp informado. Se preferir adiantar, fale com a gente agora.
Falar agora no WhatsApp